logo.jpg

Bisbilhoteira de Plantão

Um pouco de tudo... haja assunto

Domingo, Janeiro 30, 2005


TEXTO: 199. (Agora, dá para ouvir algumas das músicas usadas).

ENCONTRO NO CARNAVAL



(Pequeno conto com fragmentos de letras
de músicas de carnavais antigos)

"Mangueira, teu cenário é uma beleza!"
"E a lua anda tonta com tamanho esplendor..."
"Lata d'água na cabeça, lá vai Maria" :

- "Recordar é viver, eu ontem sonhei com você."
- "Foi bom te ver outra vez está fazendo um ano..."
- "Eu sonhei, meu grande amor, que você foi embora,
logo depois voltou."
- "Mas este ano, meu bem, tá combinado,
nós vamos brincar separado..."

- "Bandeira branca, amor, não posso mais,
pela saudade que me invade eu peço paz."
- "Mas este ano, meu bem, tá combinado,
nós vamos brincar separado..."

- "Você pensa que cachaça é água,
cachaça não é água, não."
("Eh! Índio quer apito se não der pau vai comer!").
- "Este ano não vai ser igual àquele que passou,
eu não brinquei, você também não brincou."
("Menina, vai...com jeito! Vai...senão um dia,
a casa cai, Menina, vai... com jeito!...").

- "Vou beijar-te agora, não me leve a mal,
hoje é carnaval..."
- "Ai! Ai! Ai! Ai!... Está chegando a hora,
o dia já vem raiando, meu bem, e eu tenho
que ir embora..."
- "Pode me faltar tudo na vida: arroz, feijão e pão,...
pode me faltar amor, quá! quá! quá! quá! disso
eu até acho graça..."

("Quem parte leva saudade de alguém
que fica chorando de dor...").

"Lata d'água na cabeça,
lá vai Maria, lá vai Maria,
sobe o morro e não se cansa
pela mão leva criança,
lá vai Maria".

///////////////////////////////////////////
Gravei os fragmentos das letras, cantando,
mas os arquivos não foram aceitos.

Se quiser, ouça algumas das 10 músicas usadas:

AS PASTORINHAS
(Linha 2)

BANDEIRA BRANCA
(Linhas 10 e 11).

CACHAÇA NÃO É ÁGUA
(Linhas 14,15; 26, 27 e 28).

ÍNDIO QUER APITO
(Linha 16).

Se gostou, aqui está o site principal:
MAIS MÚSICAS


Se temos esses endereços acima,
AGRADEÇO À MINHA PRIMA SEMEADORA..


Gratíssima!

Divirtam-se.
E leiam, abaixo, o mesmo conto, sem as letras
das músicas.


////////////////////////////////////////////

ENCONTRO NO CARNAVAL
( Sem as letras de música, apenas o CONTO )


Do morro, a paisagem da cidade começa a ser vista.
Fim de noite. A lua se retira vendo tanta beleza.
Maria, bem cedo, carrega filho e lata d'água.

Ao passar pelo boteco, vê o pai do menino.
As pernas tremem.Que saudade! Já faz um tempo
que ele se foi. Esquece o orgulho e fala com ele:
- Sonhei com você...
- Bom te ver, responde ele, seco.
- Sonhei que você tinha voltado, completou ela.
- Mas nós combinamos dar um tempo, respondeu ele.

- Por favor, volte! Sinto sua falta! Ela implora.
- Mas nós combinamos dar um tempo, ele repete.

- Você pensa que é fácil? Levar essa vida, filho pequeno,
coração cheio de saudade? Diz ela num tom de revolta.
- Este ano tem que ser assim, não posso voltar, insiste ele.

- Vou te beijar agora, hoje é carnaval...(Ela tenta mais uma
vez, em desespero).
- Já está amanhecendo. Vou indo. (E foi. Indiferente).

Ela ficou. Em casa, tinha pouca comida e muito trabalho.
Dá de ombro, fala para si mesma que pode viver sem comida,
pode viver sem amor. E dá uma risada doída.
Lágrima ela não tem mais.

Segue seu caminho, sozinha.
Sobe o morro.
A lata com a água na cabeça.
O filho pequeno pela mão.
Lá vai Maria.

////////////////////////////////////////////////

Até segunda-feira (após o carnaval).
Por favor, deixe uma palavrinha nos comentários.
Obrigada.

Em 31/01/05.

Cochichado pela Bisbilhoteira on 23:54 | *
Comments:

Segunda-feira, Janeiro 24, 2005


TEXTO: 198.

"CÍRCULO DE PERFEIÇÃO"

( UM DESAFIO... QUE DÚVIDA! )

Em conversa com uma pessoa muito querida
que nos visitou semana passada, externei alguns
pensamentos e a pessoa comentou, em tom de
crítica amável, que eu estava querendo viver
num círculo de perfeição. A conversa continuou,
outros assuntos, mas essa afirmação ficou ressoando
em mim, sinal de que a pessoa tocara num ponto
sensível meu.

Fiquei pensando no "círculo de perfeição" citado.
Estou até escrevendo sobre ele...

Se o fato de procurar respeitar os outros e tentar,
igualmente, se fazer respeitar ...
Se ser honesta em pequenas e grandes transações,
como sempre devolver o troco dado a mais por
engano, bem como não me aproveitar de quem confia
a mim seu patrimônio ...
Se defender quem está sendo acusado injustamente...
Se usar sempre as palavras "Obrigada", "Por favor",
"Com licença" ...
Se ao dar uma pequena esmola a um mendigo eu lhe
dirijo uma palavra, um cumprimento ...
Se ficar triste porque apenas dei a pequena esmola
ao mendigo e não resolvi o problema dele ...
Se o que foi dito (e mais haveria para dizer) é querer
viver num círculo de perfeição, então eu quero mesmo.

Se, ao me defender de uma injustiça ou agressão verbal,
eu uso palavras duras (e uso) ...
Se não trato os amigos com TODA a atenção que merecem
(e estou sempre em falta com muitos deles, ora por não
telefonar, ou não retribuir as visitas, por exemplo) ...
Se me aborreço e me irrito com facilidade (que o digam
os telefonistas que vivem oferecendo seus produtos) ...
Se detesto gripes e resfriados (a ponto de me afastar, nem
sempre discretamente, de quem espirra a meu lado) ...
Se ainda sofro tanto com a morte ...
Se esta lista é muito maior do que a outra, interrompo aqui,
então não estou fazendo por onde viver no tal círculo.

Por mais que eu quisesse viver num círculo de perfeição,
chego à conclusão de que vivo, todos nós vivemos,
em "edros": POLIEDROS! Irregulares! Multifacetados!
Com volume, diferentemente do círculo, que é plano.

Poliedros com muitas faces, muitos ângulos,
muitas arestas. Lados iluminados, lados sombrios.
Nossas faces iluminadas esclarecem,
nossos lados sombrios confundem,
as quinas afiadas de nossas arestas e ângulos nos ferem,
reciprocamente.

Assim, o círculo de perfeição seria apenas a aspiração,
o sonho, sendo a circunferência, ela mesma, um dos
símbolos da perfeição, já que é uma linha curva
fechada, sem começo nem fim.

É possível um poliedro viver num círculo, sendo
o círculo uma superfície plana e o poliedro tendo
volume?

É errado sonhar com a perfeição?

Como seria classificado aquele que tentasse,
apenas tentasse, viver o mais perto possível
(se é que é possível) da perfeição? Um chato?

A perfeição pode estar limitada num círculo?

Será correta a expressão "círculo de perfeição"?
Se for correta, como será um círculo assim?

Será mesmo importante dar todas essas respostas?
Eis a dúvida ...

Até segunda-feira.

(Em 24/01/05).

Cochichado pela Bisbilhoteira on 13:42 | *
Comments:

Segunda-feira, Janeiro 17, 2005


TEXTO: 197.

UMA AULA DIFERENTE

( LEMBRANÇAS ... )

Os últimos dias têm sido quentíssimos!
Bendigo os inventores dos aparelhos
que nos ajudam a suportar todo este calor.

Há alguns anos, num dia quente como os de agora,
entrei numa turma de oitava série, poucos alunos,
menos de vinte (o que não era comum em escolas
municipais), para dar minha aula de Português
daquele horário.

Era uma turma excelente. Aprendiam com facilidade.
Tínhamos ótimo entrosamento. Não naquele dia.
O calor era tanto (não havia ainda, lá, ventiladores
de teto) que os alunos estavam ali como se não estivessem,
quase dormindo, ou desmaiando...
Tentei animá-los. Em vão. Confesso que meu entusiasmo
também estava muito aquém do habitual.

Parei a aula. Acho que nem notaram, tal a apatia
resultante do calor. Olhei para os rostos daquelas
moças, daqueles rapazes, muito jovens ainda, tão
alegres nos outros dias, participando, perguntando.
Que diferença! Nem pareciam os mesmos.

Fiz a pergunta:
- Vocês gostariam de tomar um sorvete?

Foi como se todos eles tivessem voltado ao normal.
Rostos iluminados, sorrisos nos lábios e as respostas:
- Sorvete? Com este calor, era tudo que eu queria.
- Nem posso imaginar!
- Um sorvete! ...
E fingiam que já estavam tomando um sorvete,
na gaiatice normal dos alunos saudáveis.

Nova pergunta minha:
- Aquele moço que vende sorvete na escola ainda
está vendendo?
Responderam que sim, olhos agora interrogativos,
desconfiados.

Continuei perguntando:
- Quem gostaria de ser voluntário para ir lá comprar
sorvetes para nós? Estou convidando. Por minha conta.

Ficaram surpresos:
- Para nós? A senhora?

Expliquei-lhes que, em virtude de tanto calor,
eu iria ceder alguns momentos da aula para
nos refrescarmos, bastaria apenas que dois
ou três alunos fossem buscar os sorvetes...
Nem precisei terminar. Decidiram que apenas
dois alunos iriam e esses dois já estavam a meu
lado. Verificamos os sabores preferidos de cada
um (inclusive o meu), ajudaram a calcular o
preço total. Dei o dinheiro aos dois e recomendei
a ambos que, se encontrassem algum inspetor,
explicassem que estavam sob minha responsabilidade.

Aguardamos a volta dos alunos com os sorvetes.
Estávamos todos ansiosos, eu tanto quanto eles.

Chegaram os sorvetes.
Pensam que virou bagunça?
Nada disso. Sorvetes distribuídos. Pequeno silêncio.
Foi uma das raras vezes em que me sentei numa
sala de aula como professora. Puxei minha cadeira
para perto dos alunos. Ficamos todos sentados,
saboreando nossos sorvetes, conversando animados
como se estivéssemos numa festa.
Um dos alunos comentou que nunca lhe passou
pela cabeça todos tomando sorvete numa aula.
Confessei-lhes que, até aquele dia, isso também
não tinha passado pela minha.

Fim dos sorvetes. Recolhemos papéis, potes,
tudo que sobrou do "banquete" refrescante
para a lata do lixo.
Nada ficou sujo (recomendei antes).

E recomecei a aula. Eles sabiam que eu não gostava
de perder tempo (eu sempre levava impresso para
cada aluno o que teriam que copiar do quadro, que
eu pouco usava).

Agora sim. Os alunos estavam de volta.
Alegres, participando, aprendendo.

Tudo por causa de um simples sorvete!

Até segunda-feira. (Aceita um sorvete?).

(Em 17/01/05).

Se não conseguir comentar abaixo, em "Comments",
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

Cochichado pela Bisbilhoteira on 13:51 | *
Comments:

Segunda-feira, Janeiro 10, 2005


TEXTO: 196.

MAURÍLIO E FÁTIMA

( C A M P E Õ E S ! )

Era uma vez dois jovens namorados:
Maurílio e Fátima.

Coloco o nome do rapaz em primeiro lugar
a exemplo de Shakespeare em "Romeu e Julieta"
( "Romeo and Juliet" ).

A exemplo de Romeu e Julieta, Maurílio e Fátima
tinham grande amor um pelo outro.
Diferentemente de Romeu e Julieta, Maurílio e Fátima
resolveram casar-se e as famílias aprovaram, todos
muito felizes.

Diferentemente dos casamentos convencionais,
Maurílio e Fátima, após a cerimônia, já casados,
comunicaram que iriam celebrar seu casamento
no Maracanã (estádio de futebol), assistindo à
partida do dia, torcendo juntos.

E lá se foram para o Maracanã. Alegres, esportivos,
joviais. Diante da surpresa geral.

Talvez aí esteja o segredo desse casal bem sucedido:
Serem cúmplices de fato, torcerem juntos, terem noção
de equipe, saberem segurar as "jogadas" da Vida,
"matando no peito" e continuando a jogar, passando
a bola para um, passando a bola para o outro, sempre
atentos, ora fazendo belíssimos gols, ora machucando-se
nas jogadas mais duras, mas sem perderem a noção de
equipe, de time, com os mesmos objetivos, sempre juntos.

Maurílio e Fátima são um time de primeiríssima
divisão. Têm dois filhos, já homens, jóias de suas
vidas, talvez as duas grandes medalhas de ouro
que conquistaram após muitos campeonatos,
nem sempre fáceis de serem disputados.

O filho mais velho já se casou.

No dia 6 de janeiro de 2004, nasceram os primeiros
netinhos de Maurílio e Fátima, plural, gêmeos, três:
Marianna, Maurício e Matheus.

Sim, porque Maurílio e Fátima não iriam ter netos
como todo mundo, um de cada vez. Eles não são
convencionais, lembram?

Sábado último, dia 8, comemorou-se o primeiro
aniversário desses três netinhos queridos. Onde?
No salão social do Fluminense Football Club, em
Laranjeiras, aqui no Rio de Janeiro.


A família continua "em campo", unida.

Quem são Maurílio e Fátima?

Maurílio é meu primo, filho caçula de meus
padrinhos, Edgard e Djanira, outro casal de peso
(apesar de serem magros). Ninguém diz que já
passaram dos 80 anos e um pouquinho. "Dindinha",
como eu chamo minha madrinha Djanira, é irmã de
meu pai, do qual já tenho falado aqui (da enorme
saudade que deixou, aos 85 anos ...).

Maurílio, eu e outros primos somos netos de outro
casal exemplar: Antenor e Júlia (Julinha), pais de
meu pai, de minha madrinha e de outros tios.
O nome do personagem do meu "Conto de Natal",
texto 192, José Antenor, foi dado em homenagem
ao meu avô materno (José) e ao meu avô paterno
(Antenor). Mas já é uma outra história.

Quero deixar registrada aqui a grande admiração
que tenho por Maurílio e Fátima, a meu ver, um
exemplo que deveria ser seguido por muitos
casais, não pelo fato de gostarem de futebol,
mas pelo fato de se amarem verdadeiramente,
"na alegria e na tristeza; na dor e na saúde",
com uma coragem ímpar diante da Vida.
Quem os conhece, com toda a certeza,
concordará comigo.

Forte ABRAÇO, Fátima e Maurílio.
Forte ABRAÇO em seus filhos,
Marcus Vinicius e Marcílio, e sua
nora, Márcia, esposa de Marcílio.
TRÊS BEIJOS, um para cada netinho:
Marianna, Maurício e Matheus, pelo
primeiro aniversário de cada um.

Que Deus os proteja sempre.
Vocês já fazem parte de um grande time.
PARABÉNS!


Amanhã, dia 11, é aniversário de Maurílio.
MAIS ABRAÇOS, primo.

Até segunda-feira.

(Em 10/01/05).

Cochichado pela Bisbilhoteira on 12:00 | *
Comments:

Segunda-feira, Janeiro 03, 2005


TEXTO: 195.

BUSCANDO BELEZAS ...

( I N S I S T O ! )

Tenho visto rosas aqui no jardim.
Na semana passada, acompanhei o desabrochar
de um lírio, as pétalas brancas se abrindo
(começou num dia, só estava aberto no outro dia),
já outros lírios estão lá.

O cajueiro pequenino (não o da poesia conhecida)
do fim do quintal, a árvore mais distante da casa,
não pára sua produção de cajus. Ontem, colhi mais
de trinta, parei de contar. E ainda há cajus...

As goiabeiras e a caramboleira estão apostando
para ver quem produz mais. A mangueira, alta,
ainda não está com suas mangas prontas.
As mangas da vizinha já amadureceram. Recebemos
uma bolsa cheia de lindas mangas, retribuímos
com outra, cheia de cajus.

As calçadas escaldantes continuam a ter plantinhas,
com pequenas flores, viçosas, brotando em ínfimos
vãos, nem parecem sentir o calor, como resistem?
(Citadas aqui, texto 123: "Flores nas Calçadas").

Os pássaros continuam cantando, voando, andando.
(Citei aqui, texto 178: "Pombos Caminhando").

Espero que o filhote de rolinha, nascido no ninho
feito num vaso de plantas da varanda da frente,
esteja feliz entre as muitas que pousam na antena
da casa ao lado. Entre as muitas árvores do nosso
quintal e dos outros quintais, uma rolinha escolheu
nossa varanda... Minha emoção ao ver o filhote já
grande sair no seu primeiro vôo está no texto do
dia 11 de novembro de 2003 (mais de uma ano!).

Ao abrir a janela do meu quarto, vejo a árvore florida,
na casa ao lado, debruçando suas flores, muitas, sobre
o muro alto, do outro lado da calçada que fica sob as
janelas dos quartos. Parece um quadro vivo.

Pois é. Isso tudo (e muito mais) acontece aqui, no
quintal de nossa casa antiga. Um ponto tão pequeno,
inexistente na representação do planeta.

Pois é. Quero ver as belezas do nosso planeta.
Devem ser muitas se considerarmos,
proporcionalmente, o que ocorre em
nosso quintal.

Mas os noticiários da TV e as manchetes dos jornais
insistem em focalizar apenas as tragédias, os crimes.

Estou farta!

Não quero mais que meu cérebro armazene nomes
de criminosos. Quero saber os nomes dos cientistas
que lutam silenciosos em seus laboratórios, repitam
esses nomes, por favor, muitas vezes. Quero saber
os nomes dos trabalhadores que fazem plantões,
domingos, feriados, todos os dias, em seus trabalhos
que não podem parar. Repitam esses nomes.
Tornem a repetir. São esses os nomes que meu cérebro
deve reter.

Quero mais: Rebusquem continentes, ilhas, todos os
lugares, em busca de BELEZAS... Não é possível
que só haja beleza aqui no quintal.


Não é possível continuar alimentando as multidões
com pilhas de cadáveres, repetidas em detalhes,
novamente mostradas, detalhadas, e repetidas outra vez,
na hora do jantar!

Não! Eu não faço parte daqueles seres que se divertiam
vendo pessoas serem devoradas por leões, outras lutando
até morrer. Parece que o Circo Romano se transferiu
para dentro de nossas casas. Chega!

Não vamos ignorar as tragédias. Elas existem.
Sejamos solidários. Mas mostrem as Belezas,
elas existem, eu sei, estão aqui no quintal,
estarão também em muitos lugares,
e em muito maior número e de diferentes aspectos.

Mostrem as Belezas, por favor!
Mostrem outra vez. Mostrem outras.
Tornem a mostrar. Beleza! Muita Beleza!
Belezas...
Elas não podem existir apenas neste quintal.


Até segunda-feira.

(Em 03/01/05).

Cochichado pela Bisbilhoteira on 22:50 | *
Comments:

Graphics and design by Ann Stretton ©2001
weblogbanner.gif

88x31button.gif

Quem sou eu ?

Sou uma pessoa simples. Com uma família amorosa. Gosto de bisbilhotar assuntos,não pessoas. Este "Mercado Livre" apareceu aqui não sei como!

Blogs e Sites de Amigos

ARTUR DA TÁVOLA, BLOG. LÍVIA:Beira do Mar. ANA:Verborragias. SEMEADORA:Trigal. Adelaide.Umbigo do Sonho.
Afrodite.Escrito nas Estrelas.
Alberto Sales.Vade...
Antônio Agenor.Levanta, Rio!
António V.Alma Lusíada Bené Ch.O Apanhador... Benno.Noites em … Bia.Ampulheta Azul. Carlos.Basilides. Carol.Meninas,Sim. Dequinha.Revelações. Dora.Pretensos… Dric@.Casa Nova. Eliane.Metamorphose. Ery.InfinitoPositivo. Francisco Proença.UP... Gaudz.Teoria do... Jady.Between Us. Leandra.Leandra Putz.
Liliane.Só Uma Mulher.
Louco. Louco Eu?
Manoel Carlos.Agrestino.
May.No Espelho.
Márcia.Quelque Chose. Nel.Fala Poética. Paulo.Pequeno,Mas Louco. Pedro.Mas Tudo Bem! Pintora.Teoria da Arte. Shê.Hay un... Sobreira.Luzes da Cidade. Vânia.Viagens Filosóficas. Jornal do Blogueiro. Moderno.Escreve Tudo. Micas.A Coisa da Micas. Moacy Cirne.Balaio Verm. Gotas Homeopáticas.
VALERIANO.Álbum de Poeta.
Filmes do Lavico.. Kalau.Músico,Compositor. Professor MARIO.
____________
on-line

Antigas Bisbilhotices

Arquivos

Sites que Visito

Jorge Dias
com a Sinuca....

ToGun
Fotolog do ToGun

ARTUR DA TÁVOLA
Minha Casa de Cultura.

INÍCIO DESTE BLOG:05.05.2003.

Desde 30.09.06:

Desde 08.10.06:

Música do Blog

Sonho de Amor - Liszt

Créditos

Graphics:
Ann-S-Thesia

Dingbat Fonts:
The Dingbatcave

Fine Art:
Eyebalm

This page is powered by Blogger. Is yours?