logo.jpg

Bisbilhoteira de Plantão

Um pouco de tudo... haja assunto

Terça-feira, Outubro 26, 2004


TEXTO: 185.

CUIDADO, CRIANÇAS !

( REGIMES PARA EMAGRECER ... )

Aqui, no texto 166, "Beleza Verdadeira", mostrei
o quanto sou contra a luta moderna por um corpo
escultural. Nesse texto, eu digo que "Todas as
crianças são lindas...", pois ainda não se preocupam
com isso, são elas mesmas.

Mudou tudo!

Pelo que li no jornal de domingo (eu escrevi jornal?
Não! Foi na "maravilhosa" revista em que se transformou
parte do meu jornal!...). Pois bem, eu li, no domingo,
que, em virtude de estarem aparecendo muitas crianças
e adolescentes acima do peso, já criaram até remédios
para que essas crianças e adolescentes possam enfrentar
seus regimes alimentares mais facilmente. (A Indústria
Farmacêutica não perde tempo! Esses novos regimes,
com toda certeza, engordarão saudavelmente seus lucros).

Pegaram as crianças (e adolescentes)!
Em nome da saúde!

Balas, picolés, sorvetes? Tudo proibido. Uma vez por
semana e olhe lá. No artigo, há uma lista enorme de
guloseimas proibidas para as pobres criaturas. (Parei
de ler... Já estava salivando! Só de ler já dava para
engordar...).

Lembrei-me do comercial, em exibição atualmente
na TV, do garoto que grita e esperneia numa loja
porque quer levar brócolis; faz uma barulheira até
que a mãe o acalma com um legume. Muda a cena:
Em casa, o garoto bebe com prazer um achocolatado,
dizendo que gosta da bebida "só por causa das
vitaminas e dos sais minerais". Mãe se espanta. Fim.
Comercial politicamente correto segundo os novos
padrões.

Eis o menino (criança) que vão começar a nos impingir,
amedrontando-nos com doenças horríveis.
Nenhuma criança mais chupará uma simples bala
impunemente.

Festinhas de aniversário? Imagino que essas festinhas,
a partir de agora, terão para as crianças imensas
cascatas de vegetais, sucos de frutas sem açúcar
(um perigo!), frutas grandes enfeitadas com frutas
menores, muita folha verde (quanto mais escura,
mais ferro!). O aniversariante soprará suas velinhas,
que estarão, provavelmente, espetadas numa abóbora.
Como diria a moça lá da novela: "Que situação!".

Isso para as crianças que têm o que comer,
não vivem nas ruas nem em casebres,
não cheiram cola nem outras coisas,
têm família, comemoram aniversários,
não fazem malabarismos em frente dos carros...

Foi instituído o começo das crianças vegetarianas
para nossas crianças cuidadas com carinho.
É preciso cuidar de sua débil saúde.
(As outras ... já não comem mesmo!
têm saúde de ferro!...).

Talvez tenham descoberto o quanto agrotóxicos
fazem bem à saúde.

Não deixem de levar para suas crianças
uma caixinha de jiló.

Vai uma cenourinha?

Até segunda-feira.

(Em 26/10/04).

Se tiver dificuldade para comentar abaixo,
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

Cochichado pela Bisbilhoteira on 06:50 | *
Comments:

Terça-feira, Outubro 19, 2004


TEXTO: 184.

PARA "PELÁGIA FEDESVINDA" ...

( NESTE 19 DE OUTUBRO! )

Hoje, dia 19 de outubro, aniversário de minha irmã.
Quando minha mãe me contou que estava grávida
(eu já tinha 12 anos), fiquei eufórica, para surpresa
de mamãe. Finalmente, eu deixaria de ser "filha única".

Imediatamente, escondida, comecei a tricotar meu primeiro
par de sapatinhos para um bebê de verdade, mais que isso:
meu futuro irmão ou irmã.
Pena que só havia sobrado lã da cor verde na caixa onde eu
guardava os restos de lã com que eu fizera os sapatinhos de
minhas bonecas, de tricô, aprendido com minha mãe, mestra
em tricô, crochê, bordado, costuras, pinturas, bolos artísticos...
e tudo mais que se punha a fazer.

Após alguns dias, entrego o presente a mamãe e papai.
Aqueles sapatinhos verdes destoaram bastante do enxoval
caprichado e cheiroso, bordado e tricotado com amor
e arte por minha mãe. Podiam não fazer boa figura, mas
meu carinho era de primeira, isso eu garanto ainda hoje.

Minha irmã nasceu no dia 19 de outubro. Eu já estava
com 13 anos então. Uma alegria!
Conforme ela ia crescendo, íamos ficando cada vez
mais amigas.

Um dos nossos bons momentos foi quando, em conversa
(e como conversávamos!), imaginamos se nossos pais, ao
invés de escolherem nossos nomes, tivessem seguido o
costume de dar para os filhos o nome de algum santo do
dia do nascimento desses filhos. Fomos ao calendário ver
que santos existiam nos dias de nossos aniversários.

No dia do aniversário de minha irmã, 19 de outubro,
figuravam, entre os santos, os nomes de duas santas:
Pelágia e Fedesvinda. Ficamos imaginando se um desses
fosse o nome dela. Rimos bastante (com o devido respeito
às santas). Por que não usar os dois nomes juntos?
Pelágia Fedesvinda!

No dia do meu aniversário, o mais fora do comum era
o nome de Santa Edilburga. Pronto! Passamos, desde
então, a usar esses nomes nas cartas que escrevíamos,
pelo correio, uma para a outra: Para Srta. Edilburga...
Para Srta. Pelágia Fedesvinda... O carteiro deve ter
estranhado essas novas pessoas na residência.

Estávamos sempre inventando brincadeiras: "Pegar
ou Largar" ( objetos que oferecíamos uma para a
outra, a frase indicava que era uma inutilidade da
qual queríamos nos desfazer. Às vezes, pegávamos!).
"Sorriso godê", nome dado ao sorriso dela quando
sorria para alguém sem vontade. "Sulla porta di un
albergo di uma piccola città ..." (texto em italiano
que ela memorizou, texto grande, esse é apenas o
início, para ironizar minhas aulas de italiano). "Perhaps
frogs..." (não me aventuro a escrever o resto) era o
texto equivalente que eu dizia para ela, por suas
aulas de Inglês. Tanto eu ensinei para ela a pronúncia
correta do texto em Italiano, como ela ensinou para mim
a pronúncia e desenvoltura do texto em Inglês. Devo
confessar que ela aprendeu muito mais rapidamente.
E havia (há) muito mais.

Quero dizer a você, minha irmã, publicamente, o quanto
sua chegada em minha (nossa) vida foi importante. Esperei
por você 13 anos! Valeu a espera. Você foi o primeiro
bebê em minha vida, transformando-se em melhor amiga,
mais tarde mãe dos outros bebês de minha vida, seus dois
filhos, meu sobrinho e minha sobrinha (por ordem de
chegada) com os quais eu passei os meus anos mais felizes,
aproveitando ao máximo quando estavam aqui.

Não encontrei, nos calendários atuais, os nomes dessas
santas. Vale recordar:

Rio de Janeiro, 19 de outubro de 2004.
Querida Pelágia Fedesvinda,

FELIZ ANIVERSÁRIO! Que sejam felizes todos os
seus dias, ao lado do meu cunhado (um irmão para mim),
de seus dois filhos (meus queridos sobrinhos), de nossa
família, de todos os amigos.
PARABÉNS!
. .Sua irmã,
. . .Edilburga.


//////////////////////////////////////////////////
Se tiver dificuldade para comentar abaixo,
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

(Em 19/10/04).

Cochichado pela Bisbilhoteira on 02:07 | *
Comments:

Sexta-feira, Outubro 15, 2004


TEXTO: 183.

A MEUS EX-ALUNOS ...

( 15 DE OUTUBRO! DIA DO PROFESSOR! )

Sempre encontrei em meus alunos o MEDO de escrever.
Não importava a idade, a série, em qualquer nível.
Compreendi, desde cedo, que a aprendizagem é conquista
pessoal. Estamos sempre aprendendo. O professor apenas
ajuda o aluno a aprender, cria condições, orienta, encoraja.

Nunca enganei meus alunos dizendo que sabia tudo.
Em minhas turmas, TODOS tínhamos o direito de errar,
inclusive eu. Mas, em minhas turmas, TODOS, inclusive
eu, tínhamos o dever de procurar corrigir os erros, aprender...
Quando algum aluno, por exemplo, até para me testar, dizia
que tal letra que eu escrevera no quadro estava ilegível, eu,
imediatamente, apagava e reescrevia, agradecendo. Assim,
eu dava o exemplo para que aceitassem minhas correções
de forma positiva, jamais de forma passiva.

Nunca fiz questão de letras bonitas. Sempre lhes disse
que letra é uma característica nossa. Pode-se estudar a
personalidade de cada um pela letra; eles poderiam escrever
letras compridas, redondas, deitadas para a esquerda ou para
a direita, grandes ou pequenas, mas as letras tinham que ser
legíveis, do contrário perderiam sua função de comunicar
idéias ao formarem palavras e frases.

Dizia a meus alunos de Redação que a única diferença
entre o que eles escreviam e o que os grandes escritores
escrevem é que os grandes escritores têm seus escritos
impressos após uma boa revisão da gramática. Os alunos,
ao contrário, escreviam a mão, numa folha de papel, com
erros de gramática. Gramática que estudamos a vida inteira.

Alunos e grandes escritores têm IDÉIAS. E são essas idéias
que dão valor a um texto. (Provava-lhes isso, lendo seus
textos em voz alta, sem os erros, ressaltando suas idéias,
sem dizer de que aluno era. Às vezes, o próprio autor da
redação não reconhecia o que escreveu e eu mostrava que
eu não tinha alterado nada). Também trazia os textos dos
alunos datilografados (alguém se lembra de que já existiu
máquina de escrever?), expondo-os num mural, com o
nome do aluno como autor. Ficavam encantados!
Havia os alunos que demoravam mais a perder o medo
de escrever. Desses eu selecionava um trecho, uma
frase que fosse, mas cada aluno tinha sua representação
no mural.

Sempre foi importante para mim:
1) Respeitar o ponto de vista do aluno, desde que ele
o explicasse coerentemente.
2) Ampliar os horizontes dos alunos, usando textos,
música (principalmente a chamada erudita), pintura,
escultura, quadrinhos, caricaturas, etc.
3) Estimular a atitude crítica de cada um. Que tivessem
suas próprias opiniões. Para isso, debatíamos assuntos
do momento (como a chegada do homem à Lua) ou um
simples capítulo de novela. Indicava-lhes filmes para
verem no cinema (a melhor lembrança desse tipo de
trabalho foi com o filme "Sociedade dos Poetas Mortos";
quanto nós todos aprendemos!!!!).

Poderia citar vários outros tópicos, mas, acima de tudo,
sempre procurei RESPEITAR cada aluno como o ser
humano que cada um era. Exigia respeito também.
Procurava ser branda na correção; corrigir com o fim
de melhorar jamais menosprezar; encorajar os mais tímidos
e menos dotados (tentar descobrir o lado mais forte desses
mais fracos); reconhecer e valorizar o esforço de cada um;
fazer com que cada um ficasse feliz consigo mesmo porque
conseguiu melhorar; incentivar a todos para que sempre
tentassem progredir, cada vez mais, apesar de tudo.

Ainda hoje encontro ex-alunos, homens e mulheres
adultos, que vêm falar comigo com alegria. Bom sinal!
Fico feliz ao saber como estão agora!

Posso não ter feito muito. Tenho consciência de que
fiz sempre o melhor naquele momento, ainda que só
um pouco, um pouco muito simples, como simples
são as pequenas flores que nos dão frutos.

Embora simples e pouco, sempre ofereci o máximo
que podia, independentemente do quanto viria
impresso no meu contracheque.

Forte abraço a todos os meus ex-alunos.
Forte abraço a TODOS OS PROFESSORES.


Até terça-feira.

(Em 15/10/04).

Se tiver dificuldade para comentar abaixo,
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

Cochichado pela Bisbilhoteira on 01:22 | *
Comments:

Sexta-feira, Outubro 08, 2004


TEXTO: 182.

C A I N D O ...

( ... E LEVANTANDO! )

No texto 180, falei do meu tombo recente
na escada da varanda. Escorreguei logo no
primeiro degrau e fui parar sentada no chão.
Nada de grave. Levantei-me rapidamente.

Uns dias depois, após a chuva ter deixado a
calçada de cerâmica que vai da varanda ao
portão cheia de pétalas molhadas das flores
laterais, eis que, novamente, vejo-me no chão,
escorregando nas pétalas. Caí de frente, ficando,
literalmente, "de quatro". Nada de grave outra vez.
Levantei-me rapidamente.

Pensam que são raros esses tombos em minha vida?
Não são. Desde menina eu pratico esse, digamos,
esporte: cair e levantar rapidamente. Até já tenho
prática quando caio para a frente: coloco os braços
dobrados para proteger o rosto e não deixar que ele
bata no chão (talvez para não quebrar os óculos...).
Nessa situação, caio sempre "de quatro"..., um modo
estranho e involuntário de desenvolver a humildade...

Em criança, meus joelhos viviam sempre "ralados",
como se dizia. Andava sempre correndo pelo quintal
entre as árvores, nas quais nunca subi, e tropeçava com
freqüência. Quando eu chegava com os joelhos feridos
para que mamãe limpasse a terra e pusesse os remédios
caseiros, era comum alguém dizer: "Já sei! Você vinha
andando, vagarosamente, não é?" Claro que não!

Já minha irmã, em criança, muitos anos depois, tinha
por hábito subir nas árvores. Toda manhã ficava de
cabeça para baixo no galho de uma goiabeira, presa
apenas pelos joelhos, como num trapézio de circo,
temos até foto dessa proeza. Dificilmente caía.
Diferente de mim, sempre caindo (e levantando).

Já caí do armário, porque não quis pegar a escada,
e fraturei o dedinho do pé, ficando com a perna
engessada por mais de quarenta dias (creio que
atualmente o procedimento é outro, mas eu já era
adulta). Horrível andar como um saci, amparada
em minha irmã ou meu cunhado, antes do gesso.
Por que não peguei a escada? Talvez tivesse caído
mesmo assim.

No início deste blog, há um texto,"Caí do Cavalo",
no qual falo do tombo ao montar um cavalo em
Lambari. Estranho ficar debaixo do cavalo, entre
as quatro patas. O bicho nem se mexeu.
Essa experiência me fez fugir de montar no camelo,
no Cairo (diretamente de Minas Gerais ao Egito...),
um passeio já pago em dólares, mas nada de montaria!

Caí em ruas, escadas, ao sentar numa cadeira (que
despencou), num poço (isso em criança, mergulhei
várias vezes até me prender na beirada e chamar por
mamãe, que ficou sem saber como eu fui parar ali,
eu estava brincando do lado e, para variar, escorreguei).
Dentro de casa, fora de casa. Tantas vezes caí!

O tombo mais curioso foi o que levei dentro da sala de
aula, eu era a professora. Tropecei numa carteira ao me
dirigir para atender um aluno e... chão! Incrível ver os
rostinhos dos alunos me olhando de cima, prendendo o
riso. Levantei-me e disse-lhes que podiam rir à vontade,
era engraçado mesmo uma professora cair daquele jeito.
Eles se soltaram, riram, mas me pediram desculpas,
perguntaram, alegres, se eu estava bem.

Eu estava ótima!
Apenas mais um tombo na minha extensa lista
de tombos.

Cair e levantar rapidamente.
Eis o meu lema nos tombos
e na Vida.

(Em 08/10/04).

Se tiver dificuldade para comentar abaixo,
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

Cochichado pela Bisbilhoteira on 20:03 | *
Comments:

Sexta-feira, Outubro 01, 2004


TEXTO: 181.

D I S C I P L I N A ...

( 2 de OUTUBRO: SAUDADE! )

"Firme-se na disciplina e nunca hesite,
uma vez que decidiu cumpri-la. Quando
o ônibus está em movimento, a poeira
estará flutuando atrás dele como uma
nuvem; somente quando parar com um
solavanco é que a poeira envolverá o
rosto dos passageiros. Assim, mantenha
a marcha e conserve-se firmemente
engajado no seu caminho interior.
Somente então, a nuvem de poeira do
mundo objetivo não cobrirá sua face.
...........................................................
Os cinco pontos da disciplina a serem
cumpridos são: a) silêncio; b) pureza;
c) serviço; d) amor; e) ausência de ódio.
..............................................................."

(SAI BABA, no livro "Sadhana - O Caminho Interior").

Dedico as linhas acima, já citadas aqui em texto
anterior, a meu pai, um homem que viveu toda sua
vida em constante disciplina:
Em casa, uma disciplina amorosa, sem ser piegas,
sempre pronto a ajudar, sempre presente.
No trabalho, disciplinado sem ser servil.
Com todos, uma disciplina de respeito e amizade.

2 de outubro de 2004! Papai completaria 90 anos!
No ano passado, já falei aqui sobre ele, nesta mesma
data, contando alguns fatos de sua (nossa) vida.
Viveu até os 85 anos, completados em 2 de outubro de
1999 e comemorados agradavelmente em casa de minha
irmã, junto à família, parentes, amigos.
Faleceu menos de 4 meses após essa comemoração,
no dia 24 de janeiro de 2000,
o dia mais triste de nossas vidas ! (Quando se instalou
em cada coração nosso uma enorme saudade...).

Ainda seguindo as palavras de Sai Baba, no mesmo
livro, só que estas eu dedico a nós e a essa saudade:

"Cultive a visão que se dirige para dentro. A mente
será então iluminada com a fresca e consoladora
Luz do Amor, isto é, com a Sabedoria.
...................................................................
Disperse as negras nuvens da ignorância e do egoísmo
que velam (ocultam) a face do sol fulgurando no céu
do seu coração. Deus estará sempre perto, sempre
querido, sempre disponível para o conselho e o
encorajamento."


Como precisamos desse encorajamento!

Feliz Aniversário, Papai!
Feliz Aniversário, meu Marido!
Feliz Aniversário, Vovô!
Feliz Aniversário, Sr. Moacyr!


São as frases presas em nossos corações,
juntamente com nosso carinho,
nossa admiração
e nossa saudade...

(Em 02/10/04).

Se tiver dificuldade para comentar abaixo,
CLIQUE AQUI, por favor!

Obrigada!

Cochichado pela Bisbilhoteira on 19:10 | *
Comments:

Graphics and design by Ann Stretton ©2001
weblogbanner.gif

88x31button.gif

Quem sou eu ?

Sou uma pessoa simples. Com uma família amorosa. Gosto de bisbilhotar assuntos,não pessoas. Este "Mercado Livre" apareceu aqui não sei como!

Blogs e Sites de Amigos

ARTUR DA TÁVOLA, BLOG. LÍVIA:Beira do Mar. ANA:Verborragias. SEMEADORA:Trigal. Adelaide.Umbigo do Sonho.
Afrodite.Escrito nas Estrelas.
Alberto Sales.Vade...
Antônio Agenor.Levanta, Rio!
António V.Alma Lusíada Bené Ch.O Apanhador... Benno.Noites em … Bia.Ampulheta Azul. Carlos.Basilides. Carol.Meninas,Sim. Dequinha.Revelações. Dora.Pretensos… Dric@.Casa Nova. Eliane.Metamorphose. Ery.InfinitoPositivo. Francisco Proença.UP... Gaudz.Teoria do... Jady.Between Us. Leandra.Leandra Putz.
Liliane.Só Uma Mulher.
Louco. Louco Eu?
Manoel Carlos.Agrestino.
May.No Espelho.
Márcia.Quelque Chose. Nel.Fala Poética. Paulo.Pequeno,Mas Louco. Pedro.Mas Tudo Bem! Pintora.Teoria da Arte. Shê.Hay un... Sobreira.Luzes da Cidade. Vânia.Viagens Filosóficas. Jornal do Blogueiro. Moderno.Escreve Tudo. Micas.A Coisa da Micas. Moacy Cirne.Balaio Verm. Gotas Homeopáticas.
VALERIANO.Álbum de Poeta.
Filmes do Lavico.. Kalau.Músico,Compositor. Professor MARIO.
____________
on-line

Antigas Bisbilhotices

Arquivos

Sites que Visito

Jorge Dias
com a Sinuca....

ToGun
Fotolog do ToGun

ARTUR DA TÁVOLA
Minha Casa de Cultura.

INÍCIO DESTE BLOG:05.05.2003.

Desde 30.09.06:

Desde 08.10.06:

Música do Blog

Sonho de Amor - Liszt

Créditos

Graphics:
Ann-S-Thesia

Dingbat Fonts:
The Dingbatcave

Fine Art:
Eyebalm

This page is powered by Blogger. Is yours?